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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O olhar do poeta escapa


O olhar do poeta escapa

Quintana disse: Ao olhar do poeta,
não escapa nada.
Mas, não seria: O olhar do poeta
não escapa à nada?
Não!
O olhar do poeta escapa,
escapa à pessoa amada.
E, quando escapa,
tudo passa; o tudo é nada.
O passarinho voa, treme uma asa
pro poeta, nada.
Uma nova estrela, revelou a Nasa
pro poeta, nada.
A formiga anda, adentra a casa
pro poeta, nada.
Se seu olhar
somente escapa
à pessoa amada,
pode-se dizer
que somente dela
depende o tudo
e depende o nada?
Lucian Rodrigues Cardoso

29 comentários:

  1. Linda inspiração a tua! abraços,chica

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  2. Bom dia!
    Foi maravilhoso conhecer teu blog,amei teus trabalhos.

    Estou te seguindo para melhor acompanhar.

    Parabéns
    vera portella

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  3. Lindas poesias, que acalentam o coração!

    Gostei daqui, seguindo!

    Beijos.

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  4. Boa tarde, Lucian. Conheci seu blog hoje e gostei dos poemas bem elaborados, ótimas inspirações.
    Já estou seguindo o seu espaço e volto com mais calma.
    Parabéns pela obra!
    Feliz 2013 para você e sua família.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Obrigado, Patrícia! Seus elogios, de certo, serão novas inspirações! Volte sempre!

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  5. Obrigada pela sua visita, volte sempre! São lindas as poesias. Gostei. Já estou seguindo. Beijos e até mais.

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  6. Gostei muito de conhecer o seu blog, o poema é magnífico. Um abraço, Yayá.

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  7. Grato pela visita e parabéns pelo blog. Gostei da expressividade dos teus poemas. Abraço!

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  8. Opa... obrigada pela visita!

    Seguindo-te!

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  9. é... a pessoa amada é o ponto do olhar... bju

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    1. Sempre, ou pelo menos foi nesse caso! rsrs Volte sempre!

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  10. Discordar de Quintana é ter cacife grande. Bom, não gosto de englobar nada há poetas e poetas. Abração!

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    1. Fred, quem sou eu pra discordar de Quintana?! rsrs Eu me contradisse no próprio poema! Abraços!

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  11. Oi, Lucian!

    A partir de blogs comuns, vim visualizar o seu.
    Quanta sensibilidade!

    De facto, eu acho que o poeta é um ser alheio às insignificâncias.
    O olhar da amada é algo belo e transcendental.
    Os poetas amam muito e muitas vezes. É normal, direi.

    Te desejo um bom domingo.
    Abraço carinhoso da Luz de Lisboa.

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    1. Olá, Luz! Obrigado pela visita e os bondosos elogios! O poeta ama sempre, qualquer coisa que se pode amar! Abraços e volte sempre!

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  12. Oi, eu de novo!

    Você tem conhecimento que quando deixamos comentário em seu blog, temos de fazer verificação (digitar) de palavra e número?
    Eu, só a 3ª vez é que consegui acertar com a palavra indicada. Desmotiva, um pouco, comentar, desse jeito, falo a verdade.
    Se, todavia, for opção sua, tudo bem. Você é que é o proprietário do blog.
    Isso se pode alterar facilmente, caso pretenda.

    Bom domingo.
    Beijo da Luz.

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    1. Luz, perdoe-me e obrigado pela dica. Tão logo li, mudei as configurações. Sou novo por aqui e, por favor, fique a vontade pra tecer qualquer comentário a respeito! Obrigado mesmo! Beijos!

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  13. O olhar do poeta prende-se ao olhar do amor e disso nem ele escapa.

    Abraços

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    1. Exatamente, Lou! Decifrou o poema em poucas palavras! Obrigado pela visita e volte sempre!

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